terça-feira, 10 de agosto de 2010

Goya - Os Caprichos










De todos os trabalhos de Goya o que gosto mais são as gravuras dele, particularmente esta série: Os Caprichos.
Os Caprichos são uma série de 80 provas em agua-tinta e água-forte, criadas entre 1797 e 1798, e publicadas como álbum em 1799.
Estas provas foram uma experiência artística, um meio para Goya condenar o que achava mal na sociedade espanhola da altura.
As criticas são feitas em relação à predominância da superstição, a casamentos mal feitos, o declínio da racionalidade, a religião e outros.

Estas gravuras influenciaram e fizeram vários artistas reflectir sobre elas ao longo do tempo, particularmente Delacroix, Manet, Toulouse-Lautrec, Nolde, Klee ou André Malraux.

Ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/Los_Caprichos


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Francis Bacon - citações




Boas filmagens da pintura de Bacon, juntamente com citações do artista.


Livros que tenho sobre o artista:




O clássico livro com as entrevistas dirigidas por David Sylvester (excelente)


Comprei este na sua retrospectiva em Milão em 2008, excelente exposição e o livro tb (claro que comprei mais barato)!


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

RB Kitaj

O artista RB Kitaj (1932-2007):




e alguns dos seus trabalhos:













Fotografias do seu estudio: http://www.guardian.co.uk/arts/gallery/2007/dec/21/1#/?picture=331873672&index=7

Käthe Kollwitz













Livros que tenho sobre a artista:

 
Esta é simplesmente um dos livros mais bonitos que eu tenho. 

domingo, 8 de novembro de 2009

José de Ribera

José de Ribera (Valência 17.2.1591 - Nápoles 2.9.1652) foi um pintor espanhol, também conhecido como Jusepe/Giuseppe de Ribera em Itália ou Lo Spagnoletto, país este onde viveu desde muito jovem e do qual nunca voltou.
Ribera foi um pintor destacado da escola espanhola, embora a sua obra tenha atingido o seu auge em Itália.
Em 1616 estabeleceu-se definitivamente em Nápoles, onde obteve a protecção dos vice-reis Osuna, o que lhe permitiu abrir um atelier e alcançar grande popularidade e prestígio.
Há que distinguir três períodos na sua obra: o de formação (1620-1630), em que usou as cores escuras e os matizes fortes de luz e sombra (Martírio de Santo André 1628, Museu das Belas-Artes, Budapeste; S. Sebastião 1628, Ermitage); a fase da maturidade (1635-1639), caracterizada pelos profundos estudos de luz, bem como pela procura do naturalismo, com abandono progressivo dos efeitos claro-escuro (O Sonho de Jacob 1639, A Trindade 1637, Museu do Prado), e uma última fase pictórica (1640-1652), de um estilo mais doce e aprazível, tanto na criação das formas como no emprego da cor (A Adoração dos Pastores 1650). De 1621 a 1626 dedicou-se à gravura, técnica que cultivou com grande mestria, firmeza de traço e precisão no desenho.


Se tiverem oportunidade pesquisem mais sobre este maravilhoso artista, a sua pintura ao vivo é de uma expressividade sem limites e de uma força inquestionável.
Aqui ficam alguns exemplos de trabalhos deste artista:








quinta-feira, 14 de maio de 2009

Apocalipse por Dürer
































O Apocalypsis cum Figuris é uma famosa série de xilogravuras da autoria de Dürer. Fazem parte do Livro da Revelação, publicado em 1498, que rapidamente lhe trouxe muita fama pela Europa fora.
Começou estas xilogravuras durante a sua primeira viagem a Itália (1494-95), e foram publicadas em 1498, tanto em Latim como em Alemão em Nuremberga, cidade natal do mestre.
De resto é só examinar as imagens com atenção para perceber a genialidade de cada uma. Tive o cuidado de as meter em ordem de acordo com o texto.

Tive o prazer de ver esta série completa de xilogravuras na Pinacoteca Ambrosiana em Milão no ano passado. Foi das coisas mais belas que já vi em toda a minha vida. Examinar cada traço, comparar com o texto... não tem explicação. Se tiverem a oportunidade de as ver ao vivo um dia, não pensem no preço, vai ficar na vossa memória para toda a vida.